Por vezes agimos sem pensar.
Usamos as primeiras palavras que nos saem da boca sem pensar no impacto que elas poderão ter.
Tomamos opções que no momento achamos as mais correctas, por considerar-mos que assim tudo irá ficar mais certo, que as coisas irão correr melhor daí em diante.
O problema é que não vão.
Mais tarde ou mais cedo vai ser preciso enfrentar todas essas decisões tomadas a quente, contar tudo aquilo que ficou por dizer e tudo aquilo que devia de ter sido dito.
Se que errei ao fazer isso novamente, ao não me abrir por completo quando as circunstâncias assim o exigiam.
Mas agir assim não faz sentido, é estúpido, pois certamente isso iria ser ouvido e respeitado.
Agora quero falar, quero me explicar, quero me abrir totalmente, mas sei que já não o vais conseguir fazer, sei que não vais mais querer me ouvir.
E é por isso que me culpo a mim de nos termos posto nesta situação.
Culpo-me porque não tinha necessidade nenhuma de não ser aberto contigo, pois nunca me deste motivos para não o ser.
Tudo tem uma explicação, o mal é quando agimos de forma a que mais ninguém a queira ouvir.
É quando ajo de forma a que tu não a queiras ouvir.
Sei agora, hoje, que não sou assim, que não mereces que seja assim.
Pena ter descoberto isso tarde de mais...
PS: não quero mais dor entre nós, seja lá da forma como tiver de ser para que ela acabe!