*Struggle*

23.02.15

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As maiores lutas por nós travadas são feitas connosco mesmo.

É ali, no silêncio da noite, na solidão total, que tentamos restaurar a pessoa que somos, que tentamos ressuscitar aquela parte de nós que sem termos noção a deixamos morrer.

É ali, naquela escuridão, que tentamos alinhavar o futuro "eu" que nascerá de novo no levantar do dia seguinte...

 

publicado por P.R. às 20:27

*People*

18.02.15

Pessoas...

Essas criaturas que...

Consciente ou inconscientemente,

Cansam...

Sinto-me cansado...

Sou pessoa...

Se ao menos pudesse...

publicado por P.R. às 15:06

*...*

17.02.15

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publicado por P.R. às 14:50

"Podia..."

11.02.15

Fazer balanços…

Analisar mapas de fluxos..

Construir demonstrações…

Escrever o relatório…

Apontar os erros e evidenciar tudo o que de bom foi feito…

Tirar conclusões…

 

Podia estar a falar sobre o fecho de contas de uma qualquer empresa…

Podia estar a falar sobre o trabalho que me toca a fazer todos os anos…

 

Podia, mas não estou!

 

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publicado por P.R. às 12:04

*Do acordar/sonhar*

17.08.14

Hoje sonhei contigo.

Sim, é verdade... Hoje sonhei contigo.

Embora saibas perfeitamente que eu nunca me lembro dos meus sonhos, sonhei contigo.

Não me perguntes como sei se sonhei contigo se não me lembro do sonho, apenas sei que sonhei contigo.

Acordei pela manhã com aquela sensação boa de ter passado a noite toda a falar contigo, não sei sobre o que falamos, apenas que passamos a noite a falar.

A sensação era tão grande, tão forte, que a primeira coisa foi procurar o telemóvel por entre os lençóis da cama para ver se esse sonho não teria sido mesmo realidade.

Telemóvel sem bateria.

O pânico invadiu o meu corpo, os meus ossos, os músculos como que paralisaram.

Afinal, na noite anterior ele tinha estado horas e horas a carregar, era impossível ter ficado sem bateria sozinho.

Ligo-o à corrente elétrica como que se estivesse ligando o meu corpo também tal era a ansiedade.

Teria sido realidade? Teria sido um sonho?

Finalmente o telemóvel pede o pin, como que se tivesse a pedir a chave para reentrar no meu sonho.

Busco por sinais de ti.

Nada...

Tudo exactamente como tinha deixado antes de adormecer.

Mas eu sei que sonhei contigo.

Eu sei que sonhei...

Eu sei...

publicado por P.R. às 16:22

*Do Blog*

16.08.14

 

 

 

 

E assim se resumem 4 anos de blog...

Acho que é altura de por a leitura em dia, enquanto decido o que fazer com ele...

publicado por P.R. às 23:35

*Stay*

15.08.14



Sei que nada tenho direito a pedir... Sei que fiz demasiado asneiras...

Queria que ficasses... Que não fosses...

Só quero o teu bem, o melhor para ti, a tua felicidade...

Ainda assim, queria que ficasses!
publicado por P.R. às 21:43

*Anda*

15.08.14

“Anda”

 

Uma palavra tão banal, sempre que retirada do contexto.

É incrível do que sentimos falta quando perdemos tudo.

Aquelas pequenas “coisinhas” do dia-a-dia às quais pouco valor se dava.

Sinto falta do “anda”.

Sabes, aquele me dizias saído do nada?

Aquele que me dizias mesmo tendo passado um dia inteiro sem nada me dizeres?

Aquele que me mostrava que mesmo depois de um dia de trabalho, era comigo que querias estar?

Aquele "anda" que me fazia estar junto a ti...

 

Hoje sinto falta desse “anda”.

Hoje faríamos 4 anos juntos.

Hoje podíamos estar a ser tudo o que não somos agora.

 

publicado por P.R. às 00:00

*Do agir/pensar*

13.08.14

Por vezes agimos sem pensar.

Usamos as primeiras palavras que nos saem da boca sem pensar no impacto que elas poderão ter.

Tomamos opções que no momento achamos as mais correctas, por considerar-mos que assim tudo irá ficar mais certo, que as coisas irão correr melhor daí em diante.

O problema é que não vão.

Mais tarde ou mais cedo vai ser preciso enfrentar todas essas decisões tomadas a quente, contar tudo aquilo que ficou por dizer e tudo aquilo que devia de ter sido dito.

Se que errei ao fazer isso novamente, ao não me abrir por completo quando as circunstâncias assim o exigiam.

Mas agir assim não faz sentido, é estúpido, pois certamente isso iria ser ouvido e respeitado.

Agora quero falar, quero me explicar, quero me abrir totalmente, mas sei que já não o vais conseguir fazer, sei que não vais mais querer me ouvir.

E é por isso que me culpo a mim de nos termos posto nesta situação.

Culpo-me porque não tinha necessidade nenhuma de não ser aberto contigo, pois nunca me deste motivos para não o ser.

Tudo tem uma explicação, o mal é quando agimos de forma a que mais ninguém a queira ouvir.

É quando ajo de forma a que tu não a queiras ouvir.

 

 

Sei agora, hoje, que não sou assim, que não mereces que seja assim.

Pena ter descoberto isso tarde de mais...

 

 

PS: não quero mais dor entre nós, seja lá da forma como tiver de ser para que ela acabe!

publicado por P.R. às 13:57

*(Sem) Rumo*

13.08.14

Deixamos que as nossas diferenças fossem mais importantes que as semelhanças.

Deixamos que o lado mau fosse superior ao lado bom.

Mas nem as diferenças são maiores que as semelhanças, nem o lado mau supera o bom.

Nada foi fácil desde o começo, mas também não era preciso tudo se ter tornado tão dificil.

Perdemos o sentido, a direcção...

Será tarde demais para recuperar-mos o nosso rumo?

 

 

 

PS: No more lies! No more pain!

publicado por P.R. às 12:25

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